Sem Acaso



Caminhava na rua quando encontrou um coracão, recortado em papel celofane, sujo, misturado entre o verde e o castanho da tonalidade das folhas.
Pegou nele e soprou para tirar os grãos de areia.
- Andas a apanhar coisas do chao?- riu da sua atrapalhação, de poder perder o coracao na rajada de vento- Guardas isso para quê?
- Não sei... Pode ser que seja de alguém.