
O vento sopra em jeito de despedida do Inverno.
As folhas das árvores acenam, num sorriso lânguido, algumas despedem-se mesmo e acompanham o ar em movimento em viagem sem destino.
O vento gira, rodopia e transforma. Paciente, disfruta de todo o tempo do mundo.
O vento muda mais do que se pode ver com os olhos, leva muito mais do que se diz. Sempre muito mais do que devia.