
Por vezes é atacada por este síndrome: os livros que não termina, os textos que não acaba, as palavras que não diz, os papéis que não arruma, os lápis que não afia...
As coisas inacabadas: a mais longa das linhas do tempo!
O tempo e as palavras, ambos imensuráveis.
Em que medida nos medimos nas palavras? Qual a medida do espelho que nos devolve a nossa imagem? Qual a palavra que nos diz? Em quantas entrelinhas nos descrevemos? Em quantas palavras nos escondemos?