
aqui partilho o que tenho
não como tenho
mas como sou.
hoje falo das borboletas
as borboletas que sinto no estomago,
que fogem para os olhos
e me acariciam a pele,
com os beijos das suas asas.
são assim
as borboletas que sinto no estômago.
aqui partilho o que tenho
não como tenho
mas como sou.
não como tenho
mas como sou.
hoje falo do meu sabor
do sabor que me compõe
necessito de mim
preciso do meu paladar
provo-me e
aprovo-me.
aqui partilho o que tenho
não como tenho
mas como sou.
não como tenho
mas como sou.
hoje peço te
janela
que espelhes
e espalhes
a minha luz