
A manhã fez-se era clara e lânguida. Clara e silenciosa, como só a manhã de Domingo.
Amarela de sol, quieta e amena, apesar de ser outono no calendário.
Acordo tal como o gato espreguiçante que se oferece ao sol e com ele se deixa ficar num misto de ternura e de preguiça...
É bom passar as mãos pelo cabelo, como se cada gesto não constituísse um antes ou um depois... A cidade da janela parece deserta. Nada faria lembrar que o tempo existe na manhã de Domingo. Como se soubesse que nunca acabaria, que o tempo fosse perene e para sempre existisse continuamente o presente. Não é preciso respirar fundo para se saber que se está vivo. As imagens entram pelos olhos como sonhos ainda por sonhar e as cores desvanecem-se e esbatem-se como num quadro impressionista. Assim se vive o sonho ao Domingo.
Só amanhã o tempo começará a correr...
É bom passar as mãos pelo cabelo, como se cada gesto não constituísse um antes ou um depois... A cidade da janela parece deserta. Nada faria lembrar que o tempo existe na manhã de Domingo. Como se soubesse que nunca acabaria, que o tempo fosse perene e para sempre existisse continuamente o presente. Não é preciso respirar fundo para se saber que se está vivo. As imagens entram pelos olhos como sonhos ainda por sonhar e as cores desvanecem-se e esbatem-se como num quadro impressionista. Assim se vive o sonho ao Domingo.
Só amanhã o tempo começará a correr...